sangue

Faz um tempo que eu botei na cabeça que quero doar sangue, mas sempre acabo deixando pra lá ou “não tendo tempo”. Mas essa semana eu conheci a  história da Lara Castanho Senra, que nasceu com 24 semanas e 560grs;  ela vai ficar por algum tempo na UTI Neo-Natal e vai precisar de transfusões de sangue. Acho que ter um filho é um dos momentos mais preciosos na vida de um casal, e queria muito fazer minha parte pra ajudar.

Além disso, eu farei uma tatuagem agora em dezembro (yay!) e não poderia doar sangue por 1 ano, então resolvi “matar essa vontade” logo.

Fui até o Hospital AC Camargo, que é pertinho da empresa. Fiz a triagem, e esperei até chegar a minha vez de doar. Estava até ansiosa, porque é tão gostoso saber que você está fazendo o bem pra alguém, né? :)

Mas tive um probleminha… A minha veia é muito fina. Aí lembrei de todo o drama que eu passo quando preciso tomar soro, fazer exames, etc (já tive que ser atendida por pediatra ¬¬). A moça do banco de sangue disse que ia ser me “furar a toa”, porque, pra doação de sangue, eles tem que achar “a” veia, por causa do fluxo. E, mesmo que ela conseguisse pegar uma veia, ela não ia aguentar e ia acabar estourando.

Fiquei muito chateada, porque queria mesmo ajudar a Lara – e muitas outras pessoas mais pra frente.

Mas doação de sangue não é a única forma de fazer algo bom na vida de alguém, e agora eu decidi que vou levantar a bunda da cadeira um pouco procurar algo diferente, porque ver gente sorrindo é o que vale pra mim.

Pra quem ainda não é um doador e quer dicas, ou saber quem precisa ou quem já precisou e agora tá bem, minha dica é ficar de olho nas atualizações da página do VaiDoa.

E quem quer ajudar a Lara, as doações devem ser feitas no Banco de Sangue de São Paulo (nesses endereços aqui), em nome de RN Tathiana Castanho Senra – Hospital: Maternidade Pró-Matre